Contráriamente ao que se previa o nosso treinador preferiu actuar em 4-4-2, colocando o Ceh no lado esquerdo do meio campo, o Lucho mais encostado à direita, o Paulo Assunção mais atrás e o Anderson como nº 10.
O F.C.Porto entrou forte e determinado no jogo e depois de uma ocasião desperdiçada pelo João Paulo chegou ao golo aos 10 minutos por intermédio do Lisandro. Mas eis senão quando o fiscal de linha decide anular o golo por pretenso fora-de-jogo. O Porto a partir deste momento sentiu dificuldades de finalização e encontrou pela frente um guarda-redes moralizado e dificil de bater.
O jogo práticamente só teve um sentido, a baliza do Nacional e dadas as ocasiões que o F.C. Porto teve o resultado é escasso.
Dos nossos jogadores há que destacar as pretações do Bosingwa (melhorou imenso nos cruzamentos) na 1ª parte e do Anderson na 2ª parte.
Quanto ao árbitro não chegava a porcaria que o assistente fez, ele ainda deixou passar uns quantos amarelos para jogadores do Nacional e deixou um pénalti por assinalar por derrube ao Adriano, num lance em que o Lisandro acabou por falhar o alvo.
Biba o Porto e mais nada…
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